quinta-feira, 25 de junho de 2009

Não facilite demais a vida de seu Filho...


Ninguém deseja que o filho sofra. A decisão da maioria dos pais de proteger seus filhos do sofrimento compromete o desenvolvimento de crianças e adolescentes.
Facilitar demais a vida de um filho significa roubar dele muitas oportunidades de desenvolver-se. cada vez que um adulto faz por uma criança ou adolescente algo que ele é capaz de fazer, retarda ou atrapalha sua maturação.
È muito comum ouvir adultos reclamando da falta de responsabilidades de adolescente e de adultos mais jovens; o mais curioso é que as mesmas pessoas que reclamam sabotara
m e continuam sabotando as oportunidades de exercitar a responsabilidade.
Confusos, os pais alternam em dois extremos prejudiciais: Por um lado são permissivos e toleram todo tipo de desrespeito e ausência de limites, com medo de frustrar os filhos, por outro lado, superprotegem crianças, adolescentes e até filhos adultos como se eles fossem incapazes de realizar uma serie de tarefas, transformando0os em pessoas "folgadas" e completamente "dependentes".
Sem nos deter nos prejuízos ao longo dessa caminhada, destaco aqueles que serão percebidos mais claramente na hora da entrada no mercado de trabalho. Um dos sinais mais significativos será o retardamento da entrada para o mundo produtivo.
Apoiados no mito de que só a graduação não é suficiente, consiguirão uma prorrogação de sua dependência, matriculando-se em sucessivos cursos de pós-graduação sob o pretexto de que ainda não estão preparados, não pela formação académica, mas pela ausência de comportamentos que os tornem pró-ativos, autónomos e responsáveis.
Autonomia não se conquista com o diploma, autonomia se conquista no dia a dia, quando o adulto permite e incentiva a realização de tarefas simples, desde a primeira infância e vai acrescentando outras compatíveis com cada idade.
Aos dois anos de idade uma criança deve comer sozinha, lavar e secar suas próprias mãos. Aos três deve limpar-se depois de ir ao banheiro, dar descarga, calçar o próprio ténis, carregar sua mochila quando vais e volta da escola. Aos quatro anos será tempo de amarrar o sapato, de ir ao banheiro sozinho quando acorda. Aos cinco pode tomar banho e vestir-se sem a ajuda dos pais ou responsáveis. Aos seis é capaz de escovar os dentes, de colocar suco no copo. Aos sete pode colocar comida em seu prato. Aos oito cortar o bife. Aos dez ter autonomia para acordar sem ser chamado, para fazer a tarefa sem ninguém ter que mandar.
Estes são apenas alguns exemplos do dia a dia que os tornam capazes de ter um desenvolvimento saudável. A escolha é sua, ou seu filho treina autonomia agora ou sofrerá muito no futuro.

Ailton Bastos - Psicanalista (Londrina)
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O Lucas aos dois anos comia sozinho e estava no desfralde, hoje ele acorda de madrugada para ir ao banheiro ,sem nos chamar, ele não é de pedir ajuda facilmente, só pede depois de tentar por muito tempo, ai quando que não consegue ele pede : Papai você me ensina, eu não "siguigo"(Tradução: Consigo), ele sempre foi assim, independente, ele tem 3 anos e ainda não se limpa sozinho após o numero 2, mas chama quando termina para limpar-mos e também tem a iniciativa de escovar os dentes após cada refeição, é claro que também somos nos que escovamos para ele. rsrsrsr. aprendeu a tirar a camiseta a algum tempo e isso para ele é muito importante, cada vez que ele o faz o sorriso vai de orelha a orelha e isso nos enche de orgulho, ele é assim mesmo sempre foi um carinha de opinião.
O Leonardo esta indo no ritmo do irmão, ainda não deixou as fraldas, mas quando o Lucas vai ao banheiro ele também vai atrás e quando que o Lucas tirou o pipi pra fora ele tenta tirar o dele, encosta na patente e faz que esta fazendo xixi. kkkk. pra comer agora não aceita a ajuda de ninguém, e se tentamos dar comida na boca ele vira a cara e começa a chorar, quer comer sozinho e só nos resta deixar, mesmo correndo o risco de ter o almoço dele todo espalhado pela cozinha. também tenta se virar sozinho para calcar o chinelinho ou meias, e pede nossa ajuda quando que não consegue.
A aninha só tem 9 meses, então fica complicado falar dela agora, pois ainda é muito dependente...Mas o Luis foi completamente diferente, por ser o primeiro filho ele sempre foi muito protegido, reconheço isso e me arrependo muito até até hoje, me arrependo porque o Luis tem quase dezenove anos e ainda é muito dependente de nós (os pais) tem muitas coisas que ele não tem coragem para enfiar a cara e fazer sozinho, esta sempre pedindo nossa ajuda, e isso não é bom para ele, até porque ele quer ser "padre" e indo para o seminário em Janeiro ele não vai ter nos por perto e nem vai poder ligar para perguntar o que deve fazer ou não, como se faz isso ou aquilo.
Para vocês terem uma ideia de como eu protegi meu filho, eu só tive coragem de deixar ele andar de onibus pela primeira vez com 15 anos, e mesmo assim eu liguei no celular dele 5 vezes para saber se ele tinha encontrado o consultório do dentista, para saber se ele estava prestando atenção no sinaleiro antes de atravessar a rua, para falar para ele não abrir a carteira na rua, para saber se ele estava no terminal de onibus, e só fiquei tranquila quando ele chegou em casa, ai ele me deu a maior bronca, pois em uma das vezes que liguei ele estava na cadeira do dentista apertando o aparelho (meupaetê). Eu disse que eu o levaria ao dentista de carro, mas ele nunca tinha andado de onibus e queria pois os amigos ja faziam, eu disse que então a minha mãe ia junto com ele e ele chorou dizendo que queria aprender a andar sozinho e foi, e eu sofri muito, e "ele sofreu muito".
Não preciso nem dizer que no primeiro dia de aula dele ainda no presinho eu chorei como uma louca a tarde toda , ligava para professora e dizia que se ele chorasse muito era para ela me ligar que eu buscava ele, e quando eu o pegava na escolinha ele estava todo feliz, me sentia uma perfeita idiota por agir assim pois mesmo sabendo que ele estava super bem ainda revirava o menino de ponta cabeça para ver se achava alguma mancha roxa.
Sofri muito por proteger meu filho demais, e hoje tento fazer diferente com os outros, e percebo que são mais felizes, pois tem mais liberdade para aprender, para brincar, ~se eles caem e vejo que foi um tombinho, eu falo : Levanta que não foi nada, e eles levantam eu dou um beijo e eles saem praticamente sorrindo de novo, kkkk, lógico que fico com o coração na mão mas tento não demonstrar para que eles não cresçam manhosos e vem dando certo...Amo demais meus filhos, não gosto de bater ate porque bater não educa, tento dar responsabilidades para eles, juntar os brinquedos que estão espalhados, pegar o uniforme do colégio que eles deixaram no chão, arrumar a mochila do colégio etc, e vem funcionando graças a Deus, acho que estou sendo uma boa mãe e me orgulho disso. È isso meninas.

PS : Minha unha esta quase curada. kkkkkk.

PS 2: Eu não desmamei a Ana Luiza, o que aconteceu é que ela tem 9 meses e nunca tinha pego uma mamadeira com outro tipo de leite, e como ela não estava ganhando peso a pediatra pediu que insistisse com a mamadeira e com a comida, e depois de tanta luta ela resolveu aceitar a mamadeira, então ela esta mamando menos no peito e isso fez com que juntasse muito leite ao ponto de empedrar. sofrooooo. tirei na bombinha, mas hoje não empedrou graças a Deus.

Beijos amores




1 comentários:

Adriana on 25 de junho de 2009 13:43 disse...

Eu tento não proteger demas a Giulia. Primeiro filho é difícil né? mas o fato de ter colocado ela na escolinha aos 5 meses me ajudou muito...ela tem 16 meses e já quer comer com a própria mão, tenta tirar a roupa, rs* tenta por calçado nos pés, uma graça.Quando ela cai (e não machuca) eu digo, levanta pra cair de novo filha! ela dá risada!1 hehe
Mas sei que quando ela tiver 18 anos ainda será o meu bebê!
:)
bjs

Ja Falei

 

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