sexta-feira, 13 de março de 2009

Mentira e fantasia confundem os pais na hora da bronca...


Ola Queridas

Ultimamente venho sofrendo com algumas atitudes do Lucas, agora o moleque deu de mentir ele mente muito, tudo de errado que ele faz ele bota culpa no Léo no Luis ou até mesmo em mim, ele bate no Léo e diz que o muleque se machucou sozinho, ele esta nervoso porque recebeu alguma bronca minha ou de qualquer outro ele diz para o pai que xingamos ele, quando isso acontece fico muito triste, Ele não fala palavroes mas os chingamentos dele não deve ser ignorados (chato, bobão, trocha), ele tem apenas 2 anos e 10 meses é uma criança extremamente inteligente, então achei melhor tentar reverter essa situação o quanto antes, ele ouve essas palavras na Televisão, na rua e até mesmo dentro de casa, pois acho que todos nos ja chamamos alguem de chato ou de bobo, mas ele usa essas palavras na hora de raiva, na hora em que esta prestes a avansar na gente de tanta ira. Procurei ajuda na Internet e encontrei essa materia super legal e que vou passar a seguir os conselhos, espero que de resultado antes que o Lucas me faça passar vergonha perto de alguem.



Uma mentirinha aqui e outra ali. É quase impossível deparar com uma criança que nunca tenha soltado alguma história fantasiosa, ou mesmo, tenha omitido alguns fatos para se livrar da culpa. Mas prestar atenção a alguns detalhes e ficar atento para que a situação não passe dos limites é essencial para não comprometer o desenvolvimento infantil.

Antes de se desesperar é preciso entender quando as crianças mentem por algum motivo real ou quando, simplesmente, fantasiam algumas histórias. "Crianças de até cinco anos de idade não conseguem separar a fantasia do real.

A imaginação faz parte do desenvolvimento normal da criança e é base para o pensamento lógico que o adulto tem. A partir dos 7 anos, ela ainda brinca com a sua imaginação, criando situações irreais, mas as invenções passam a ser bem mais raras. A partir dessa idade, ela já passa a mentir para se afastar de um problema. "Mentiras frequentes a partir dessa faixa etária merecem abordagens mais diretas, com repreensão dos pais e professores", diz a neuropsiquiatra psicoterapeuta Evelyn Vinocur, especialista do MinhaVida.

Os motivos Antes de brigar, gritar e castigar a criança é preciso conhecer os motivos dessas mentiras. Só assim é possível encontrar a melhor maneira de acabar com o problema e levar as mentirinhas para bem longe do filhote. É preciso entender o motivo pelo qual a criança mente, já que após os sete anos, a mentira torna-se intencional. Geralmente, ela serve para:

- querer fugir às responsabilidades

- vergonha e medo de decepcionar os pais, professores ou amigos

- medo de apanhar ou ficar de castigo

- para se isentar de culpa

- não querer reviver lembranças de momentos anteriores onde a criança foi sincera e não foi compreendida

- melhorar a sua auto-estima

- conquistar o carinho dos pais ou chamar a atenção

- para preservar a privacidade

Chega de mentira Para acabar com essas mentirinhas, os pais precisam conversar e explicar por que não é legal mentir. Só quando a criança se sente confiante é que as invenções acabam desaparecendo. "Os pais são modelos da maior importância para a criança, que precisa entender a diferença entre fantasia e realidade", diz a especialista. Os pais devem agir no momento oportuno, o mais rápido possível, com tranqüilidade e firmeza, sem expor a criança e ouvindo as razões dela para faltar com a verdade. Se for medo de levar bronca o que causou a mentira, a solução é mostrar que seu filho pode confiar em você, oferecendo apoio, mas sem deixar de repreender uma desobediência.

Desenvolvimento infantil A mentira pode, muitas vezes, pode atrapalhar o desenvolvimento infantil. Isso acontece, quando os pais não se dão conta que o filho precisa de ajuda. Assim as mentiras aumentam e diversos problemas acabam surgindo.

"Muitas vezes, a mentira é um sinal de alerta. O tratamento com profissional experiente é crucial quando a criança tem problemas na escola ou inventa histórias mirabolantes para chamar a atenção. Isso é sinal de carência afetiva e precisa de acompanhamento com um psicólogo", diz a médica.

Perigo!Em alguns casos, o excesso de mentiras, pode sinalizar problemas psicológicos. "O hábito compulsivo de mentir vem acompanhado de outros comportamentos anti-sociais ou desvios de conduta, como roubar, tendência a enganar, reações violentas e dificuldades nos relacionamento sociais", afirma a médica. Essas crianças, segundo ela, apresentam dificuldade para obedecer, são impulsivas e não conseguem relacionar seus atos a suas conseqüências.

Beijos e paz

2 comentários:

Marta on 13 de março de 2009 20:59 disse...

Espero que tenha boa sorte nesta fase...deve ser muito complicado...

Beijo e bom fim de semana
Marta e Nuria

Adriana on 16 de março de 2009 11:47 disse...

As mentirinhs e "invenções" fazem parte dessa fase, aqui na escola esses dias um menino dormiu na sala no maternal...disse pra profe que estava com sono porque a casa do vizinho havia pego fogo e o vizinho morreu, ele estava "nervoso" por causa disso...
verdade?? nadaaaaa.....tudo faz de conta da cabecinha deles!!
mas que incomoda incomoda né?
bjs

Ja Falei

 

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